PGR diz que ex-presidente da Câmara tem exigências de indulto de Natal.
Também condenado, o ex-ministro José Dirceu também pediu o fim da pena.

Ó Procurador-Geral da República, Rodrigo JanotEu apresento a vocês Supremo Tribunal Federal (STF) se mostram favoráveis ​​à concessão de indulto ao ex-presidente Câmera João Paulo Cunha (PT-SP), pela condenação não julgada do mensalão.

Punido com 6 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e peculato, Cunha está atualmente sem regime aberto, com autorização para trabalhar durante o dia. Contando os dias de trabalho e estudo, que a dor diminui, faz 1 ano e 10 meses de dor.

Em defesa de João Paulo Cunha pediu ou indultou a sentença com base no decreto do presidente Dilma Rousseff dezembro do ano passado que concede ou indulto de Natal a prisioneiros de todos ou país não regime aberto Que eles já tenham completado um quarto é uma pena e que eles não tenham cometido ofensas graves.

Não parece, Janot salientou que é "idêntico aos decretos presidenciais concessionais de perdão natal emitidos em anos anteriores".

Se o indulto foi concedido, João Paulo Cunha fica livre da punição e das restrições, como Justiça. A decisão cabe ao ministro Luís Roberto Barroso. O mesmo benefício para o despacho no último segundo (1º) para o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a 7 anos e 11 meses de prisão não mensal.

diretor
Condenado a 7 anos e 11 meses por corrupção ativa sem julgamento mensal, Dirceu foi preso em novembro de 2013 em regime semiaberto, com permissão para trabalhar fora. Em novembro de 2014, passou para o regime aberto com prisão domiciliar.

No início de agosto deste ano, portanto, Dirceu foi novamente preso, desta vez para se estabelecer em Curitiba, dentro da Operação Lava Jato, acusado de organização criminosa, corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro.


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