Você vai viajar como ou animal de estimação? Veja quem se importa no avião

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Vacinação, caixa de transporte, adestramento, documentos, saiba tudo ou o que seu gato ou cachorrinho precisa para você. As viagens aéreas podem ser estressantes para o seu animal de estimação. DaPuglet em Visualhunt.com Seja um gato ou um filhote, transportar animais de estimação de avião pode ser um momento estressante para o tutor e para o próprio animal. É necessário verificar vacinação, certificados, características da caixinha e ver se você deve ou não poder viajar na cabine. Nesta quarta-feira (19), um filhote de pequeno porte transportado pela Latam, fugiu para o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, e provocou uma interrupção momentânea das operações. Segundo a Infraero, a pista do aeroporto foi interditada entre 13h37 e 13h43, o que provocou atrasos em dois voos, um de 25 minutos e outro de 27 minutos. VÍDEO: veja como jogar fora o passaporte O avião é considerado seguro pelos veterinários, mas o estresse da viagem pode causar danos ao pet se ele não chegar logo. A ansiedade do novo ambiente para ele pode aumentar sua frequência cardíaca, afetar sua respiração, fazer com que ele tenha síncope e, em casos extremos, leve à morte. Nenhum caso de dois gatos, que são territoriais, ou mecanismo de defesa pode ser ativado, gerando descarga de adrenalina e aumentando o cortisol (hormônio do estresse). Vá em frente ou o que fazer para tornar a viagem mais segura para o pet: Como preparar o animal? Quando é melhor não viajar? Cabine ou porão? Como deve ser uma caixinha? Ou o que verificar ou verificar no destino? 1. Como preparar ou animais? Planeje uma viagem com antecedência. Ou o bichinho precisa passar por um tipo de treinamento que vai enfrentar um dia, explica Juliana Stephani, veterinária e fundadora do PETFriendly Turismo. Ou o ideal é que essa experiência tenha cerca de três meses. Os gatos podem ser mais metódicos que os filhotes e podem levar mais tempo para se ajustar. Na primeira etapa é adquirir uma caixa na qual o animal será transportado (veja abaixo como escolher). Permita que o inseto se reproduza dentro dele. Para isso, escolha uma música de casa e deixe a porta sempre aberta, para que ele possa entrar e sair quando quiser, recomenda Karina Mussolino, gerente técnica do Centro Veterinário Seres. Para estimular esse comportamento, os petiscos podem ser colocados dentro do ambiente. Tente também usar a caixa dentro do carro. Expor ou acariciar multidões semelhantes ao avião. Deixe esses efeitos sonoros vinculados ao sair de casa. Seja ou animal para na cabine, ou leve para passear em lugares não comerciais e movimentados, como uma feira, diz Juliana. Além do treinamento, as companhias aéreas e – não no caso de viagens internacionais – cada país tem suas próprias exigências em relação à saúde animal. Verifique, portanto, se você possui vacinas e documentação que não são exigidas. A nível nacional, é necessária uma vacinação contra uma incursão e um atestado do veterinário comprovando que o animal está saudável. Também é necessário fazer o microchip, que é um microchip com a identificação do animal caso ele seja pego, explica Karina. No dia da viagem, deixe ou animal de jejum por cerca de 4 horas, pois o percurso pode causar náuseas. Nunca dê analgésicos ou sedativos, esses medicamentos são proibidos, diz Juliana. Para mantê-lo calmo, um truque é pular muito como no dia anterior para que ele fique cansado durante a viagem. 2. Quando é melhor não viajar? Juliana comenta que você é idoso ou muito jovem, com problemas de saúde ou dificuldade de locomoção, não podemos viajar em Porão, pois a adaptação deles é mais complicada. Além disso, no caso de remédio controlado, ou guardião requer acesso à medicação. Além disso, Karina ressalta que, se as doenças do verão forem controladas ou autorizadas pelo veterinário, esses bichos podem viajar. Da mesma forma, filhotes braquicefálicos, que são baixinhos, não devem ser transportados dessa forma, pois apresentam mais dificuldade para respirar. 3. Cabine ou porão? A localização do avião onde o animal será transportado é determinada por cada companhia aérea, que estabelece o peso máximo para o voo na cabine. Mas, independente de onde você esteja, você é incentivado justamente pela caixinha. No caso dos guias, essa regra não é mais válida e eles podem viajar automaticamente com os tutores. Da mesma forma, eles têm o direito de ir para o restante do passe, fora da caixa, caso seja necessário pagar mais caro pelo passe, explica Juliana. Para isso, além da documentação exigida para os demais animais de estimação, também é necessário um certificado de adestramento. Há também como ir legalmente para que o animal viaje na cabine no caso de doenças e dos cães de focinho curto. Também é possível passar por um caso ou animal com acompanhamento psiquiátrico e fazer um laudo médico confirmando essa função. Apesar do animal não ser tutor, a veterinária Juliana afirma que também é seguro para mim. Ela explica que o ambiente tem uma temperatura entre 10° e 23° C controlada pelo piloto do avião e é pressurizado, ou seja, há circulação de ar. Veja como é a experiência de viajar de avião para os bichinhos: Viagem com bichinhos: Fantastico mostra como essa experiência é vista nos olhos de dois bichinhos de estimação 4. Como deve ser na caixinha? Ou ideal para uma caixinha é que o animal fique confortável. Ou o bichinho tem que conseguir ficar de pé, dar uma volta de 360° e a cabeça não consegue achar o teto nem ou o focinho nas lateralis. O destinatário também deve seguir medidas específicas da companhia aérea. Existem três materiais permitidos: plástico, madeira e metal. Este último não é recomendado por Juliana, por causa do deixa ou ambiente interno mais quente. No caso da caixa de madeira, é necessário ter um revestimento interno, para que o animal não roa as paredes e possa ser esmagado. Também é necessário ter aberturas nas laterais para a circulação de mais de três pistas para garantir que o pet não fique aberto na porta. Além disso, é importante usar um tapete higiênico. Acessórios, como brinquedos e paninhos são proibidos. 5. Ou o que verificar ou verificar no destino? Veja como o animal está se comportando após uma viagem, seja preciso, leve ou ao veterinário. Ser ofendido ou não se levantar é sinal de que o pet não está bem. Ou, idealmente, ele diria algo como se nada tivesse acontecido, explica Juliana. Karina também recomenda uma verificação de temperatura, verificando se as mucosas não estão azuladas ou pálidas, se ela não está babando excessivamente – ou se pode significar náuseas – se ela não apresenta vestígios de diarreia, urina ou sangue. Juliana comenta que o tutor deve oferecer água e comida após o desembarque. Ainda assim, não se assuste se você não comer logo, porque é normal você ficar acordado por um tempo. Veja vídeos sobre animais de estimação: Plantas e animais de estimação: Eu sabia cuidar do Meu Pet: escova e pasta de dente podem ser usadas incentivamos Advogada cria bezerra como animal de estimação em Roraima

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