Máscaras voltarão a ser exigidas na sexta (25) em aviões e aeroportos; ver ou mudar

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A Anvisa retomou a obrigatoriedade do uso de proteção facial em ambientes em meio a dois casos de Covid-19 nas últimas semanas. Anvisa volta a tornar obrigatório o uso de máscaras em aeroportos e aviões A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu na noite desta terça-feira (22) determinar que o uso de máscaras em aviões e aeroportos seja novamente obrigatório no Brasil . O requisito volta a ser aplicado um pouco mais de 3 meses após ser removido pelos pelos direcionadores. A adoção não é imediata e prevê um tempo de adaptação: já que começa a valer na sexta feira (25). A obrigatoriedade vigorou entre 2020 e 17 de agosto de 2022. Quando decidi extinguir a exigência em votação unânime, os diretores justificaram que o cenário de pandemia permitia isso ou o uso compulsório foi convertido em medida recomendada de proteção individual, mas não imposta. em viajantes. Agora, com a nova resolução aprovada neste terço, considerando o aumento significativo de casos da doença nas últimas semanas, a Anvisa determina o seguinte: O uso de máscaras passa a ser obrigatório tanto no interior de dois terminais aeroportuários e aeronaves quanto nos meios de transporte (como ônibus) e outros estabelecimentos localizados nessas áreas; Essas máscaras devem ser ajustadas ao rosto, cobrindo nariz, bochecha e boca, minimizando os espaços que permitem a entrada ou saída de ar e gotículas respiratórias; Não dentro da aeronave e em outros ambientes dois terminais (como refeitórios), pode ser permitido algo para retirar a máscara para hidratação e alimentação; Excepcionalmente para este último exame para crianças menores de 3 anos, pessoas com transtorno do espectro do autismo, deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer ou usar proteção adequada. Nestes casos, o uso de máscaras não é obrigatório. Mais cedo, em maio deste ano, a Anvisa liberou o serviço de bordo em aeronaves. Na altura, também foi autorizada a devolução da utilização da lotação máxima para o transporte de passageiros. Não mude nessas determinações. Uma nova norma, portanto, PROIBIU as seguintes medidas: O uso isolado do face shield (não acompanhado do uso de máscara) em ambientes onde a proteção facial é obrigatória; Ou uso de máscaras de acrílico ou plástico; Ou uso de máscaras que possuam válvula expiratória (geralmente utilizadas na construção civil), inclusive N95 e PFF2 deste modelo; Ou uso de lentes, bandanas de pano ou qualquer outro material que não se caracterize como máscara de proteção para uso profissional ou não profissional; O uso de máscaras de proteção não profissionais confeccionadas com apenas uma camada de proteção. Votam a favor desta nova resolução da Anvisa, os diretores Alex Machado, Rômison Rodrigues Mota, Meiruze Sousa Freitas e o diretor-presidente, Antonio Barra Torres. O relator da proposta, ou diretor Daniel Pereira foi o único que votou contra a obrigatoriedade das máscaras. Ele assumiu o cargo de diretor da entidade em agosto, após passagem pelo Ministério da Saúde, onde atuou como secretário-executivo da Massa, espécie de número 2 do ministro Marcelo Queiroga. TAMBÉM LEVE Em decisão unânime, Anvisa aprova o uso de duas vacinas bivalentes contra a Covid Covid na alta: a que é comprovada e eficaz para proteção e a que não é conhecida por ajudar no combate ao vírus da Covid-19: máscara volta a ser obrigatória em serviços de saúde e transporte em BH 30 de março – Solitário usa máscara no aeroporto Santos Dumont Marcos Serra Lima/G1 Considerados de “segunda geração”, os imunizantes são feitos para oferecer proteção extra contra ômícron e suas subvariantes. Como garantia da Anvisa, ou imunizante, a rigor, jamais poderá ser usado no Brasil. O Ministério da Saúde ainda não informou que foram abertas negociações com a Pfizer para a compra de vacinas bivalentes. A Pfizer solicitou autorização para as duas vacinas bivalentes poderem ser aplicadas no Brasil como doses de reforço na população acima de 12 anos. O imunizante será identificado pelo frasco com tampa de cortiça. VÍDEO: Comparação de máscaras, segundo estudo publicado na ‘Science’ Segundo uma empresa, as vacinas bivalentes apresentarão um aumento substancial nos níveis de anticorpos neutralizantes contra as subvariantes em adultos após uma semana. A versão atualizada do imunizante contra a Covid-19 foi aprovada na União Europeia e nos Estados Unidos. No Brasil, ou primeira ordem enviada à Anvisa em 18 de agosto. A Pfizer solicita ou utiliza uma vacina de emergência que, além da cepa original, também protege contra uma subvariante ômicron BA.1. Em 30 de setembro, a farmacêutica entrou com um novo pedido de uso emergencial de outra versão que inclui BA.4/BA.5 como subvariantes. Covid: o que é um BQ.1? Como as vacinas continuam a proteger? Saiba mais sobre a subvariante do mícron Em meio ao alto número de casos de Covid, apenas 5,5% das crianças de 3 a 4 anos tomarão duas doses da vacina, diz Fiocruz Covid-19: entenda as diferenças entre a atual e vacinas bivalentes

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