Justiça do DF suspende decisão que ordenou que Youtube elimine vídeos referentes à caça furtiva de animais silvestres no Brasil

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Desembargador atendido a pedido do Google. Retirada de imagens para proposta de entidade de combate ao tráfico de animais; g1 tem contato com os envolvidos, nenhum processo. Imagem genérica de homem com espingarda na mão freepic.diller/Freepik O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) suspende a ordem do YouTube para eliminar todos os vídeos referentes à caça de animais silvestres no Brasil. Uma decisão, em 26 de outubro, atendeu a um pedido do Google, dono da plataforma de imagem. LEIA TAMBÉM: ‘BASTA DE CAÇA’: campanha que quer proibir a divulgação de vídeos que incentivem a prática na internet REVOLTA EM 2021: emissão de licenças para caçadores mais que triplica o governo de Bolsonaro em julho deste ano, a justiça deu 24 horas para isso ou Google Pull do YouTube todo e qualquer vídeo sobre a prática de caça de animais silvestres no Brasil. Multa diária por decisão prévia de R$ 10 mil. Uma ação para o movimento da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Rencta). Ou o g1 tenta entrar em contato com as partes envolvidas no processo. Sem julgamento, Renctas argumenta que a exibição de vídeos é uma apologia à caça indiscriminada. Segundo ou grupo, “a divulgação de dois vídeos pode atrair mais seguidores e incentivar a caça ilegal, em total desrespeito ao meio ambiente”. Por outro lado, o Google alegou que o conteúdo veiculado no YouTube é de responsabilidade de dois criadores e não dele. Segundo a empresa, “a retirada da indexação de dois vídeos seria uma disposição sem efeito, pois eles permanecerão na rede”. Decisão O desenvolvedor à frente da decisão, Luis Gustavo de Oliveira, diz que ou “o Google é um provedor de busca, enquanto o YouTube é o conteúdo”. “À luz da jurisprudência, o provedor de busca não tem nenhum dever ou autoridade para fiscalizar ou controlar o conteúdo postado em armas ou provedores de conteúdo”, afirma o magistrado. Segundo ou desembarque, “em toda matança de animais e crime, porque há caça de certas espécies devidamente autorizadas pelo Poder Público”. O magistrado da citu ainda tem uma previsão legal para permitir que Caça “lute em seu próprio nome como indivíduo”. “Pelo mesmo motivo, ações praticadas fora do exterior não poderiam ser censuradas, pois estão sujeitas à legislação do país de origem, não havendo motivo para qualquer tipo de controle ou censura no Brasil”, diz. Por fim, Luis Gustavo de Oliveira decidiu suspender a liminar, após julgar o processo capilar do Colegiado. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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