G1 – ‘Perdoado’ pelo STF, João Paulo Cunha quer ser defensor e militante

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Ex-presidente da Câmara, Cunha lamento não
mensalão perdoada cabelo STF(Foto: Joel Rodrigues/
Frame/Estadão Conteúdo)

Um dia após receber indulto do Supremo Tribunal Federal (STF) (perdoe a sentença) pela condenação não julgada do mensalão, ou ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) afirmada nesta sexta-feira (11) ano G1 que queria “reconstruir” a vida de advogado e especialista em Direito Constitucional. Ele afirmou que continuará “fazendo política não petista”, mas descarta disputar cargos eletivos quando terminar ou o período de inelegibilidade for imposto pela Lei da Ficha Limpa.

O ex-deputado federal formou-se em direito em julho do ano passado, cerca de seis meses depois de passar do regime semiaberto para o aberto, e foi contratado pela defesa criminal Luís Alexandre Rassi e Pedro Paulo Medeiros. Com o indulto da sentença concedida pelo STF no último quinto (10), ele diz que pretende, no próximo mês, obter ou se registrar na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o que permite que Bacharel atue como advogado .

“Formalmente tem um alvará dizendo que está extinta a punibilidade. Foi um momento importante para mim. É mais do que um passo no processo de reconstrução da minha vida. Pretendo fornecer ou examinar a OAB, só que mais para a frente. Quero esperar um pouco”, disse.

Condenado a 6 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e peculato, João Paulo cumpriu a pena, desde fevereiro de 2015, em prisão domiciliária, com autorização para trabalhar durante o dia. Contando os dias de trabalho e estudo, que diminuíram para tristeza, o aniversário foi cerca de 2 anos de punição.

Em julgamento não plenário, o STF decide conceder ao ex-presidente da Câmara, ou indultar a sentença com base em decreto do presidente Dilma Rousseff de dezembro de 2015 que concede ou indulto de Natal a presos de todo o país, nenhum regime aberto que tenha cumprido um quarto de pena e que não tenha delitos graves.

João Paulo Cunha disse que não foi acompanhado ou julgado pelo STF porque estava trabalhando. Conforme revelado ou G1 em janeiro, ou petista atua na equipe de defesa de Francisco Mirto Florêncio da Silva, reingressou na ação criminosa da Operação Zelotes, que investiga esquema de venda de medidas provisórias.

“Eu vou continuar estudando. Estou aprendendo a advogar, não a escrever. Vou me focar no estudo do Direito. Vou fazer pós-graduação em Direito Constitucional”, afirmou o ex-deputado.

Atuação política e Lula
Sobre o futuro da política, João Paulo Cunha diz que quer dar palestras e atuar na militância do PT, especialmente na defesa dos “direitos humanos”. “Com referência ao mandato eletivo, não tenho mais essa pretensão. Eu não quero mais. Agora, farei política e continuarei a fazê-lo. É uma coisa que eu gosto e vou continuar fazendo. Vou militar, dê minha opinião. Sem PT, e em alguma área mais específica. Gosto muito na área de dois direitos humanos. Eu militei muito na década de 80 nessa área.”

João Paulo Cunha também comentou pedido de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva feito pelo Ministério Público de São Paulo. Para o ex-presidente da Câmara e recém formado em Direito, pediu dois procuradores e “frágeis”.

“Os promotores de SP vão exagerar na mão. Estávamos muito contaminados do ponto de vista político. Do ponto de vista jurídico, vocês estão divulgando os argumentos e, no momento, não estão em condições de prosperar”, disse, impedindo, portanto, de se pronunciar sobre a acusação de que Lula seria doado ao triplex não Guarujá reformado pela construtora OEAUma das empresas investigadas pela Operação Lava Jato.

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