Funções da Volkswagen em São José dos Pinhais aprovam proposta de estabilidade de 5 anos e plano de demissão voluntária

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Votação para i feita pela internet e presencial em dois turnos, entre terça (15) e quarta-feira (16). A votação foi feita pela internet e presencial em dois turnos Divulgação Os trabalhadores da Volkswagen em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, aprovaram, entre esta terceira (15) e quarta (16), para fins de garantia de dois empregos por 5 anos. A proposta original da Volkswagen, apresentada em agosto, era demitir 35% de dois trabalhadores no Brasil. A votação foi feita pela internet e presencial em dois turnos. Dois 2.136 votos, 97% a favor da proposta, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). O plano inclui a garantia de dois empregos por meio de desligamento, que é a suspensão do contrato de trabalho como trabalhador recebendo seguro-desemprego da empresa, complementando o salário de até 82,5%. Propositalmente, também estabelece a abertura de plano de demissão voluntária e participação nos lucros e resultados de R$ 12,8 mil para 2020 com reajuste pelo INPC até 2024. Veja abaixo os principais pontos da proposta da empresa, segundo ou sindicato: Garantia da Empro por 5 anos para os trabalhadores; Abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para queimar; Fixação sem valor de participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; Correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; Possibilidade de utilização do layoff (suspensão temporária do contrato de trabalho) até ou limitado a 10 meses; Prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Cenário de Crise Em julho, o presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si, afirma que uma empresa teria que “seguir” por “alguns meses” antes de pensar em demitir o país. Na ocasião, o executivo já havia dito que a empresa iria conversar com os sindicatos para fazer ajustes na força de trabalho. “Se não tivermos um momento melhor (nas vendas), teremos que adaptar as fábricas, sim, mas essa será uma conversa que teremos primeiro com os sindicatos, não agora, ainda não tomou uma decisão. Então vamos esperar mais um pouco por isso”, afirmou, na época. Veja mais novidades no G1 Paraná.

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