Existe algo lógico para atacarmos obras de arte de ambientalistas? SIM – 11/11/2022 – Parecer

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QUALQUER ativismo ambiental, desde a década de 1970, sempre apresentamos ações de protesto que visam chamar a atenção do mundo. Não raramente, os atores colocam suas vidas em risco como forma de ecoar, pois as diretrizes defendidas não estão na imprensa mundial.

membros fazem Paz verde, às vezes, colocam enormes faixas em locais de difícil acesso — nem ou Cristo Redentor, não Rio de Janeiro, saiu imune; Acabei agindo pro da causa climática.

Outros grupos intervieram na defesa dos baleias: um pequeno barco, posicionado entre a harpa e os animais. Tais ações não têm resultado prático imediato; entretanto, para a ocasião e para o perigo poema em revezamento à importância da causa, para que as ações sejam valorizadas: quanto maior o perigo, maior a causa.

Há algum tempo, vários ativistas em vários países, atendidos por algumas organizações, criaram uma nova forma de protesto. QUALQUER “ataque” a obras de arte consistem em algum tipo de intervenção nos tecidos: jogar sopa, bolo, purê de batata doce, strain as mãos nelas (ou junto com elas) Eu tenho algumas possibilidades. Seriamente: “girassois” e “Pessegueiro Rosa em Flor” de Van Gogh; “Monalisa” e “Para Santa Ceia”, de Leonardo dá vinci; “A Carroça de Feno”, de John Constable; “A Primavera” de Sandro Botticelli; e dois quadros da série “Les Meules”, de Claude Monet, entre outros. Apenas o valor deste último está estimado em R$ 500 mil, ou seja, o que dá sentido às ações, dimensionando-o.

o que as causas são variadas, e os grupos, diversos. Mas, é preciso dizer, são causas extremamente relevantes. Ou o que você pode dizer da fome? Como você se posiciona em relação aos problemas climáticos? Por sua vez, os grupos ativistas não são irresponsáveis; Ao final, cabe destacar, as obras estão ilesas. Mas um ponto é fundamental: se o Greenpeace não casar com uma medida foi ou perigo, nesses casos é ou seu imensurável valor monetário e artístico. Acredito que, para esses ativistas, no mundo atual, é preciso dar valor concreto às suas diretrizes – no caso, bilhões de dólares.

Um caso sintomático é ou Organização Just Stop Óleo, que entre seus financiadores é Aileen Getty, inferior a John Paul Getty, ou magnata do petróleo e fundador da Getty Oil Company. Mais do que isso, um família Getty Ela é dona de uma das coleções de arte mais importantes dos Estados Unidos – então me parece óbvio que sua magnitude performática é milimetricamente calculada, e sua adesão aos meios de comunicação é importante; assim, poema em destacar as causas da fome e do clima, por exemplo.

O fato, no entanto, das obras não seremos prejudicados nem poderá ser licença para algo que, de fato, ultrapassar os limites de ser público ou de propriedade privada. Quando é público, ou fato de se-lo, não dá direto para a cidade da fruta dela nem a utiliza de qualquer forma. Por outro lado, um museu privado que investe milhares de dólares para adquirir um item precioso não pode ser “atacado” em sua propriedade.

Portanto, a propriedade é privada e valiosa e é pública ou é de todos, ou que seria benevolente do nosso clima, das nossas vidas e da nossa saúde? Se você “atacar” aos quadros são você falhoumuito mais grave é o que a iniciativa privada nos impõe, governantes não sustentáveis ​​e irresponsáveis, pois, não limitados, ambos não cuidam da vida.

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Os artigos publicados com o assunto não são traduzidos na opinião da revista. Sua publicação deve-se ao propósito de estimular ou debater dois problemas brasileiros e mundiais e refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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