Dá ‘folga’ para consagração em 12 horas: para reviravolta na quarta feira do herói são-paulino

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MARCELLO ZAMBRANA/ Agif/ Gazeta Press

Rogério é abraçado pelos companheiros após o gol da vitória do São Paulo

Rogério é abraçado pelos companheiros após o gol da vitória do São Paulo

José Rogério de Oliveira Melo mal imaginava ou que estava para vir quando combinaram nesta quarta-feira. No final, ele ficou de fora da lista relacionada para a partida entre São Paulo e Universidad César Vallejo-PER, não o Pacaembu. Pois não é que menos de 12 horas depois, ou antes que o atacante rebaixado fizesse história com a camisa tricolor?

“A essa hora, meio-dia, ou Rogério não estava concentrado. Ou Kardec estava resfriado e não jogou um jogo que seria titular, ou Calleri seria reserva. Mas Rogério foi convocado às 12 horas, entrou e marcou ou marcou. Tenho as possibilidades que os atletas têm e em algum momento aproveitam”, disse o técnico Edgardo Bauza.

Foi mais ou menos assim o dia do jogador. No fim ou no início da tarde, era fora do jogo, que não levaria ninguém nem o São Paulo para a fase de grupos da Libertadores da América. Mas Alan Kardec sofria de amigdalite e acabou cortado. Calleri virou manchete. E Rogério ganhou uma chance no banco. Entrou aos 40 minutos do segundo período e fez o gol da classificação aos 43.

“Quando o homem me disse que ia jogar em grupo porque o Alan Kardec estava dando aula. Imaginei que ele não estivesse em campo. Ele fez muita coisa e se concentrou. A partir daquele momento, pensei no que ele faria É uma bola que não podemos deixar de fazer ou gol”, afirma o próprio jogador.

“Eu não acreditava na loteria. Os atletas conseguiram o que buscavam, de acordo com a situação que ocorre em cada jogo, há mudanças. Na última, não fiz um bom jogo, mas agora entrei e fez ou gol. Sei que tenho condições, é rápido e fico contente por ele e por toda a equipe”, acrecentou ou treinador argentino.

E Rogério também mostrou que tinha medo de estrelar. No fim das contas, foi também o gol que o São Paulo marcou na primeira fase da Libertadores, e não no final do Brasileiro do ano passado, contra o Goiás. E para isso ele ficou conversando ou sabendo o que ficou de fora do confronto desta quarta.

“Eu conversei, triste. Eu quero brincar, mas é a mesma coisa. Não posso ficar triste. Minha mulher fica estranha quando fica em casa, mas tem que me obrigar. Meu amor enorme é torto, isso a gente vê pedindo para a gente entrar todos os jogos. Trabalho independente do treinador. Treino o suficiente para quando é hora de fazer ou gol”, finalizou o atleta.

Ou o São Paulo volta a campo no domingo, contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista, e Rogério deve ganhar uma nova chance com a camisa tricolor.



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