Como o cérebro do capitão da Seleção de 1958 posso mudar ou jogar futebol agora

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Ou ex-jogador de futebol Bellini, conhecido por ser o capitão do primeiro campeonato mundial da Seleção Brasileira, tinha um cérebro dotado para estudos sobre doenças neurológicas logo após sua morte, em 2014. Agora, esses estudos que podem revolucionar o futebol, principalmente nas categorias de base.

Conforme análise do cérebro por Bellini foram publicada em 2016 pela Biblioteca Nacional de Medicina, sob o título “Encefalopatia traumática crônica apresentando como demência de Alzheimer em jogador de futebol aposentado”, em estudo liderado pelo Prof. Dr. Ricardo Nitrini (USP ).

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Na época, descobriu-se que Bellini não tinha apenas Senhora de Alzheimer, dada como causa de sua morte, é a mesma da Encefalopatia Traumática Crônica (ETC), em maior grau. Uma doença, popularmente conhecida como “demência do pugilista”, é incurável, degenerativa e causada por repetidos traumas na cabeça, como socos, pancadas… ou cabeças.

Características radiológicas do cérebro de Bellini. Imagem: Divulgação

Há uma preocupação crescente entre importantes entidades do futebol mundial sobre as consequências neurológicas de cabecear repetidamente uma bola, algo comum no esporte. É agora que, ainda no mês passado, o International Football Association Board (IFAB), responsável pelas regras do esporte, vai proibir jogadores menores de 12 anos de praticar ou cabecear.

A nova regra teve adesão da Federação Inglesa, ea FBC Ele também monitora a possibilidade de movimento. Mas essa iniciativa não veio de lugar nenhum. de acordo com ou LOUO estudo sobre o cérebro de Bellini foi uma das fontes utilizadas pelo conselho médico do IFAB para definir essa mudança de regra.

“O principal resultado desses estudos mostra que não há evidências neuropatológicas de CTE, além da doença de Alzheimer. Como o CTE ocorre apenas em indivíduos com histórico de lesão cerebral repetitiva, é claramente indicado que as cabeças são um risco para CTE. Este risco é particularmente pior em crianças que praticam cabeçadas, pois isso acho ótima a decisão [do IFAB]”, continua ao UOL a pesquisadora Lea Tenenholz Grinberg, principal autora de dois estudos sobre o cérebro de Bellini.

Bellini morreu em São Paulo Em 20 de março de 2014, aos 83 anos, após um longo período em que sofria de sintomas de CTE, que incluem demência, perda de memória, impulsividade, irritabilidade, agressividade, entre outros. O ex-jogador ficou eternizado no futebol mundial por levantar o gesto em que o campeão ergueu o topo da cabeça.

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